Perda? O que é isso?

Como se perde alguém? Como em um momento ela está aqui e noutro já não existe mais?

Agora é presente, que vira passado. Apenas passado. Não tem presente, tampouco futuro.

A ridicularidade da inexplicável morte, é tão abstrata que ironiza a vida e simpatiza com o dolorido sentimento de saudade.

“Tudo passa”, é o que dizem. Mas a dor da perda é a única que te acompanha até o fim da vida. Afinal, você não deixa de sentir falta de quem já foi. A amará eternamente e jamais voltará a tê-la contigo. A dor não passa, você só se acostuma a conviver com ela. Este é o fato.

Agora eu te pergunto: e aqueles pais que, infortúnios, perderam filhos (atenção para o “s” que pluraliza a palavra), são quantas dores? Quão o tamanho disso tudo? Como acordam diariamente e dispõe de forças para levantar da cama, em mais um dia de uma vida com colunas em falta?

Estou tentando não fazer um post triste, mas de compensação da tristeza pela força das pessoas desventuras que são obrigadas a viver aqui, enquanto grandes amores estão em outro lugar: outro plano.

Quero ter metade desta determinação e nada desta dor. Mas um dia teremos de ter, caso contrário, ofereceremos.


Sincero, eu espero,
Gui Morais.
22 anos, publicitário.
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